Estou realmente ficando velho, principalmente quando vejo que meus ídolos de infância estão se aposentando
Vários jogadores, que eram meus ídolos no esporte quando comecei a acompanhar, estão se aposentando e muitos deles estão se tornando treinadores. Existem vários exemplos que já fazem sucesso, outros nem tanto.
As lágrimas chegam a cair quando lembro que na próxima temporada, jogadores que costumava assisti na TV e joguei nos jogos de videogame (principalmente o Winning Eleven 9 e 10 e Fifa) não irão mostrar suas habilidades em campo.
Citando alguns exemplos: Assim como foi difícil ver o Liverpool sem seu capitão Steven Gerrard ou não assistir mais uma partida do São Paulo com Rogério Ceni em campo, vai ser muito estranho ver uma partida da Juventus e perceber que não teremos mais Gianluigi Buffon no gol. Ele é um símbolo da história da Vecchia Signora e da seleção italiana.
Outros dois que se aposentarão são os meias Michael Carrick e Xavi Hernandez. Tá, sabemos que o Manchester United foi não foi a única equipe do inglês, mas foi onde conquistou a grande maioria de seus títulos. E nem preciso descrever muito sobre o currículo do espanhol, ganhou tudo o que tinha direito no Barcelona e hoje está no Al-Saad do Catar.
E se fomos ver, o destino para muito eles é o banco de reservas, como técnicos. Só dos que foram citados até aqui, Rogério e Gerrard já comandam ou comandaram alguma equipe. O primeiro logo de cara enfrentou um desafio no seu clube do coração, foi mal e hoje está no Fortaleza disputando a Série B do Brasileirão. O outro começou na categoria sub-19 do Liverpool e na próxima temporada irá comandar o Rangers, da Escócia.
E isso se repete em todo o mundo. Na Alemanha, o croata Niko Kovac, que disputou a Copa de 2006 com a Croácia, acertou com o Bayern de Munique para a próxima temporada. Atual técnico do Sporting Gijon, o ex-meia Ruben Baraja conquistou tudo entre 2001 e 2004 no Valência. Costinha, português campeão europeu com o Porto em 2004 atualmente é treinador do Nacional da Madeira. O meia francês Patrick Vieira, que fez parte do esquadrão do Arsenal que foi campeão invicto da Premier League, é o atual treinador do New York City.
Outros técnicos "novatos" já fazem sucesso. O francês Zinedine Zidane aceitou o desafio meço de 2016 e hoje já tem duas Uefa Champions League. Os argentinos Matias Almeyda e Marcelo Gallardo já conquistaram títulos continentais (Almeyda ganhou a Concachampions e o Gallardo a Libertadores).
E assim, o tempo vai passando e vamos ter de nos acostumar em ver os nossos ídolos à beira do campo, comandando suas equipes.
As lágrimas chegam a cair quando lembro que na próxima temporada, jogadores que costumava assisti na TV e joguei nos jogos de videogame (principalmente o Winning Eleven 9 e 10 e Fifa) não irão mostrar suas habilidades em campo.
Citando alguns exemplos: Assim como foi difícil ver o Liverpool sem seu capitão Steven Gerrard ou não assistir mais uma partida do São Paulo com Rogério Ceni em campo, vai ser muito estranho ver uma partida da Juventus e perceber que não teremos mais Gianluigi Buffon no gol. Ele é um símbolo da história da Vecchia Signora e da seleção italiana.
Outros dois que se aposentarão são os meias Michael Carrick e Xavi Hernandez. Tá, sabemos que o Manchester United foi não foi a única equipe do inglês, mas foi onde conquistou a grande maioria de seus títulos. E nem preciso descrever muito sobre o currículo do espanhol, ganhou tudo o que tinha direito no Barcelona e hoje está no Al-Saad do Catar.
E se fomos ver, o destino para muito eles é o banco de reservas, como técnicos. Só dos que foram citados até aqui, Rogério e Gerrard já comandam ou comandaram alguma equipe. O primeiro logo de cara enfrentou um desafio no seu clube do coração, foi mal e hoje está no Fortaleza disputando a Série B do Brasileirão. O outro começou na categoria sub-19 do Liverpool e na próxima temporada irá comandar o Rangers, da Escócia.
E isso se repete em todo o mundo. Na Alemanha, o croata Niko Kovac, que disputou a Copa de 2006 com a Croácia, acertou com o Bayern de Munique para a próxima temporada. Atual técnico do Sporting Gijon, o ex-meia Ruben Baraja conquistou tudo entre 2001 e 2004 no Valência. Costinha, português campeão europeu com o Porto em 2004 atualmente é treinador do Nacional da Madeira. O meia francês Patrick Vieira, que fez parte do esquadrão do Arsenal que foi campeão invicto da Premier League, é o atual treinador do New York City.
Outros técnicos "novatos" já fazem sucesso. O francês Zinedine Zidane aceitou o desafio meço de 2016 e hoje já tem duas Uefa Champions League. Os argentinos Matias Almeyda e Marcelo Gallardo já conquistaram títulos continentais (Almeyda ganhou a Concachampions e o Gallardo a Libertadores).
E assim, o tempo vai passando e vamos ter de nos acostumar em ver os nossos ídolos à beira do campo, comandando suas equipes.
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